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domingo, 10 de outubro de 2010

Vi de perto o que é uma moeda forte

(Pessoal, mexi nas tags. Agora existe Política, e da Outras mídias proclamaram independência Cinema e Videogames.)

Dinheiro às vezes vem surrado. Podemos observar rasgos, expostos ou colados com durex. Rabiscos, seja de correntes inúteis — PowerPoint de rua —, seja sobre o poder do sangue de Jesus, afinal, não há melhor panfleto evangelizador do que nota de 2 reais.

Porém, tudo que eu citei até agora diz respeito a notas. É mais difícil arruinar moedas. Então, quando a gente encontra uma moeda estragada num nível quase artístico, tem que fotografar e postar no weblog:


Bem-vindos à novela mexicana do a:b. Esta é a
protagonista, que, por definição, só se f**e na vida.1, 2
Abundantemente esburacada e com uma coloração anormal, parece muito antiga. Teria resistido ao tempo e não se esfacelado. Isso não pode ser  um quarto de real, parece mais um dobrão.


Esta é a irmã gêmea malvada e rica. Ela tentará tornar a vida da
protagonista um inferno, e conseguirá, até uns três quartos da trama.

Aproveitei que havia uma moeda de 25 perfeita à mão e a fotografei também. Abaixo, a comparação direta dos espécimes, sem luz fortona cara deles porque dei sorte no manuseio da câmera digital.


Último capítulo: o acerto de contas entre o bem e o mal. A moeda bonita é a do mal, hein.

De acordo com a Wikipédia — com acento porque é a lusófona —, é melhor  eu não gastar a moeda podre, pois certos dobrões valem mais de 12 mil reais.


  1. Quero agradecer PARA CAR**** à Google por conceder, ainda que tardiamente, o dom de legendar imagens.
  2. Se a novela for do Manoel Carlos, essa é a Helena.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Codinome Agenor

1

(A propósito, mudei o subtítulo do blog novamente, caso não tenham notado.)

Mais uma transmissão proto-radiofônica do about:black para o internauta faminto por novidade. Só eu desta vez. Ou melhor, até há convidados, mas eles são, uh… extra-oficiais.

A pauta é única: eleições. Não me encham o saco. Não sou eu que falo demais sobre isso, são vocês que não falam nunca. Além do mais, eu sou muito SAGAZ e fiz a gentileza de dividir a pauta em duas partes pra não cansar. De nada. Ó o roteirinho:

0:00 introdução (com Marília Gabriel)
0:36 eleições: parte I (debates, pesquisas, Estado laico, superfaturamento)
4:13 momento de reflexão I (com Zazuza) (fundo: Marcha Turca de Beethoven [opus 113], 1º movimento d'As Ruínas de Atenas, executada pela Orquestra da Filadélfia)
5:50 eleições: parte II (voto nulo)2
7:34 momento de reflexão II3 (fundo: Spring Yard Zone, de Sonic the Hedgehog)


Como eu disse no post da 2ª edição, para baixar, é só clicar com o botão direito, primeira opção, e quem não tem Flash pode baixar o MP3.

Conseguimos também gerar uma compilação de erros bem bacana. Como toda blooper reel, não foi censurada, hein. Eu avisei.

  1. VIREM-SE pra descobrir o porquê do título estranho.
  2. Outra visão interessante sobre o voto nulo (que destoa da minha) pode ser vista neste vídeo do lreporta.
  3. O livro não é meu. É do Gabriel. E agora ele vai ter que se explicar nos comentários.

domingo, 19 de setembro de 2010

MTV: Multishow Television

Premiações me entediam. Frufru e puxa-saco demais. A única a que dou moral é o VMB, pois dá pra rir muito1 — e o humor nem é necessariamente voluntário.

Entretanto, pude perceber neste ano duas atitudes cretinas da MTV. Primeiro, das poucas edições que acompanhei, creio que seja tradição que a festa ocorra em outubro. Só que em 2010, ela foi puxada para setembro, semanas após o Prêmio Multishow de Música Brasileira.


Segundo, não poucas vezes se referiram ao VMB como maior prêmio da música brasileira. O CACETE, Emetevê, essa frase de efeito vazia não cola. De novo, o Prêmio Multishow é claramente maior; não finjam que ele não existe.

Por essas razões, formulei essa teoria conspiratória ligando o VMB ao Prêmio Multishow de Música Brasileira. Pode ser só paranóia minha, mas sei lá, faz sentido suficiente pra eu transformar num post.


imagem: http://gandjamonteiro.com/wp-content/uploads/2010/07/vmb2010_logo_455x302.jpg

  1. "Mas as aberturas do Oscar são tão-" exatamente, as aberturas.

sábado, 31 de julho de 2010

Olha mais um pod aí!

Ritmooooo… Ritmo de festaaaaa! O AdSense está perto de 50 reais. Só que eu só recebo o chequinho quando houver R$ 100. Então, leitores cativos e pára-quedistas… então… droga, o contrato do Google AdSense me impede de ser explícito.

Ritmo de festa também porque chegou a segunda edição do podcast sem nome do about:black! O convidado é o Gabriel, da edição anterior. Desenvolvemos estas coisas:

0:00 introdução
0:24 videogames ontem e hoje (participação de Carl1, do Aqua Teen Hunger Force)
2:45 febre (da ausência) da gordura trans
3:57 momento de reflexão (participação SECRETA no fundo; detalhes no áudio)



Para baixar, cliquem com o botão direito, é a primeira opção. Se não têm Flash, baixem aqui o MP3.

P. S. 1: há uma versão sem censura do que o Carl disse pra quem curte um proibidão.

P. S. 2: neste link jaz uma pequena coleção de outtakes, id est, a blooper reel do podcast. Pra você que não se finge de descolado e prefere usar estrangeirismos numa taxa sã, são alguns erros de gravação. Contém palavrões.


  1. Ainda bem que há muuuito tempo baixei do YouTube uma versão com áudio mais limpo, que não mais jaz lá.

sábado, 17 de julho de 2010

Humilhar com classe

Antes de começar, quero comunicar que dei uma olhada1 no podcast e percebi que a pauta da Bienal ficou enorme. Foi mal. Agora está claro para mim que, se falarmos da mesma coisa por mais de dois minutos, fica maçante. Tudo bem, eu vou aperfeiçoando a coisa a cada edição. Eu tinha plena certeza de que o primeiro não seria excelente. Mas que foi bom, foi. =D

É sempre divertido ver um fã do tumor maligno da vez Crepúsculo defender apaixonadamente a "saga"2. Os fãs são quase sempre mulheres heterossexuais e homens gays, contudo, há esse cara, esse crítico, que não dá nenhuma bandeira, e mesmo assim curtiu os filmes.

O crítico Maurício Saldanha se habilitou a elogiar essa abominação aos olhos de… qualquer deus. O diferencial dele está só em não ser o público-alvo mesmo, pois o dom de argumentar maravilhosamente mal e gerar humor involuntário aparece nele bem como em todo fã da praga (pseudo-)vampiresca. Esse é o vídeo que justifica a inclusão do post na categoria de pérolas do a:b, mas não é o único que linkarei.

A motivação real deste texto não é a comédia involuntária de Saldanha, e sim, a resposta a ela, vinda de outro crítico de cinema. Pablo Villaça resolveu rebater o papelão de Maurício com dois vídeos sen-sa-cio-nais que são verdadeiras AULAS de como humilhar3 com classe. Sério, mais Homo sapiens sapiens precisam aprender a refutar besteiras de forma calma e eloqüente que nem esse sujeito.

Eu poderia dizer que os vídeos valem como expressão do que eu penso dessa desgraça, porém — e esta é a beleza da réplica de Pablo, e a causa desta postagem — ele não falou por mim, porque não falou o que nem como eu teria falado: falou melhor. É por isso que vale a pena eu postar e vocês assistirem. Eu nunca faria um post anti-crepuscular, não teria graça. Não tenho nada de novo ou muito interessante a dizer no tópico "Crepúsculo é uma m******rdaaaaa", embora tenha absoluta convicção disso. Além do mais, eu preciso de um motivo muito bom pra ser persuadido a contaminar o about:black com tamanho lixo.


  1. Que figura uso pra sair impune? Sinestesia ou catacrese? Catacrese faz um pouco mais de sentido.
  2. Aspas em concordância com ao Villaça. Entendam vendo os vídeos dele que linkei.
  3. Não que a intenção tenha sido humilhar, eu não disse isso. Ele humilha porque derruba os argumentos do Maurício de forma avassaladora, só isso; não há ataques pessoais.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Dos benefícios da preguiça

Muitos meses atrás, me ocorreu que uma boa maneira de injetar vida no blog seria escrever menos nele. Um paradoxo elegante que se esclarece com uma palavra: áudio!

Isso mesmo, toda vez que eu não estiver a fim de escrever, ou achar que determinados assuntos rendem mais em áudio que por escrito, convocarei um convidado1 para dar pitacos em dupla. Os podcasts serão lançados na minha recém-criada conta no Box, um serviço simpaticíssimo para subir arquivos publicamente.

Na primeira edição, eu converso com o ilustre locutor Thiago Madureira2 e o irmão Gabriel3 sobre as seguintes coisas na seguinte ordem:

0:00 introdução
0:42 Bienais do Livro
4:08 lei pró sacrifícios animais (participação de Lily Allen4, 5)
5:15 Marília Gabriela no SBT
7:20 momento de reflexão (participação de Beethoven, tocado por Philippe Entremont)

Enjoy.



P. S. 1: na introdução eu digo que Gabriel enrolou para fazer a 1ª edição, e por isso o Thiago veio na frente. Porém, Thiago também não conseguir vir gravar o resto e aí voltei ao Gabriel. Basicamente, estou cercado de convidados com agendas lo-ta-das.

P. S. 2: a Marília se irritou bem mais do que o que vocês ouviram. Confiram os detalhes sórdidos.

ATUALIZAÇÃO (19/06): é melhor dar o link para baixar o podcast, caso os senhores não tenham Flash e não consigam rodar diretamente aqui. O botão está acima da tela do arquivo à direita.


  1. Ou não. Não descarto fazer sozinho.
  2. Eu tenho amigo com diploma de locução. Sou f*da por extensão. Rimou.
  3. Não em Cristo, meu irmão comum, caramba.
  4. O vídeo só tem dois erros de inglês. Tá bom, né?
  5. Eu a chamei antes de o Cardoso twittar que adora a canção. Coincidência.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Uma revolução de bem menos de 140 caracteres

Como todos os meus leitores cativos sabem, eu ingressei numa jornada épica pela mudança do endereço do about:black.

Já pararam pra pensar por que ele tem "br"? Tirando que a maior parte é preta, não há nada em comum entre o a:b e o Brasil. O "br" foi apenas uma medida paliativa tosca para contornar o fato de já terem tomado "aboutblack" e "about-black" — absolutamente abandonados1, diga-se de passagem. Só que eu fui empurrando, empurrando, e o que deveria ser paliativo perdurou pouco mais de dois anos e meio. Chega. O "br" morre hoje.

AVISO: edição de última hora do post. Se nada tivesse dado errado, ele continuaria assim.

Indeciso sobre o novo link, abri um plebiscito oferecendo "about_black" e "about.black" como opções. O ponto é mais prático, a sublinha é mais elegante. Iam, Mariana, Nicole, Paula e Nigel ficaram com a sublinha. Renato, Cristina, Tiago, Simon, Jônathas, Edwiges e Gabriel escolheram o ponto.

7 a 5. Venceu o ponto. Portanto, daqui pra frente, você acessa o a:b digitando
http://about.black.blogspot.com. O chato agora é mudar nos perfis de Orkut, deviantArt e coisas do tipo, hehe.

Entretanto, descobri que o ponto final e a sublinha são caracteres PROIBIDOS — assim é fácil estar disponível! Sendo assim, bolei uma quinta opção da qual vocês vão ter que gostar: http://about--black.blogspot.com. Será um endereço único, já que nenhum outro tem dois hifens seguidos, então, creio que fique até mais fácil de lembrar.

  1. O sem nada tem dois posts, ambos de 30 de dezembro de 2004, e o hifenado não tem posts! E no Blogspot os blogs não somem por inatividade, são eternos! Aaaaarrrrgh! Finalmente encontrei o lado ruim da Google.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Tentemos consertar o anti-clímax

Pois é, Lost acabou. E minha insistência em não vê-la se mostrou sensata, dado o series finale previsivelzinho.1

Não temam, cidadãos! Há um homem que pode salvá-los… bem, distraí-los dessa decepção.


Você não acompanha, nem sabe direito o que é? Pois o post é exatamente para você!

Adrian jamais ousaria ver seus episódios fora da ordem, mas você não se confunde fazendo isso. Monk não é seqüencial. Cada episódio é um caso independente nesta dramédia policial que ressuscita com maestria o mito do detetive brilhante com probleminhas pessoais. Sendo assim, pode ver o último episódio antes dos outros à vontade.

Recomendo o finale sem tê-lo visto porque vi todos os outros episódios e confio muito no criador Andy Breckman e demais roteiristas. =D

Se você curte uma historinha de mistério, não perca Mr. Monk and the End, de duas partes, neste domingo e no outro, às 21 h, no Universal Channel.

  1. Eu soube via Twitter e não darei spoiler nem a ca*****, a *********** ****, ou mesmo a **** *** ******* *****.

domingo, 16 de maio de 2010

Sr. L Recomenda VII: The Guild

Você é aficcionado num certo MMORPG. Você tem todo um passado online. Você nunca sequer considerou a possibilidade de haver um seriado que tratasse das a- — ou seriam des- — venturas de alguém com o seu hobby, mas agora que eu falei, você parou para pensar, e concluiu que realmente não conhece nenhum programa assim.

Em tese, The Guild é uma websérie de nicho, mas até parece que tem que ser rato de RPG online pra entender e apreciar e se apaixonar. Eu mesmo tenho experiência quase nula no ramo: só joguei um pouquinho de Tibia1, morri rápido, me irritei e não voltei mais. Não importa, pois a vida hilariamente caótica dos seis Knights of Good — a vida real — é coisa pra qualquer humano (ou elfo, ou orc) rir muito.


Felicia Day, criadora e intérprete da protagonista Codex — Cyd Sherman, se você insiste —, tem uma porção de passagens pela televisão: participou de episódios de Buffy, Three Rivers, Lie to Me, House e Monk2, só pra citar os exemplos mais famosos.

Ainda assim, como ela confessa aqui, sempre foi um patinho feio na TV, e isso a motivou a virar um cisne na Internet: The Guild ganhou os prêmios do YouTube e Yahoo de melhor websérie de 2008 e três Streamies (incluindo melhor websérie de comédia) em 2009. O discurso linkado é da entrega do Streamy de melhor atriz de comédia para Day.

Se meu blablablá não convence, talvez um clipe os deixe com vontade. Isso mesmo, Felicia canta também, sem falar que a letra é dela. Quem fica perdido no inglês não tem o que temer. O videoclipe e cada episódio da série têm legendas em vários idiomas, inclusive o português.

Eu acabei de terminar de assistir à 2ª temporada, e descobri no Twitter de Felicia que já estão filmando a 4ª. Excelente. Se depender dos fãs, os Cavaleiros do Bem têm muito chão pela frente.

imagem: http://forums.wincustomize.com/361730


  1. Marotamente apelidado de "Paint Online", mas são exatamente os gráficos levíssimos que lhe dão imensa popularidade ao redor do globo.
  2. Pra ser exato, de Mr. Monk Gets Drunk, o episódio 4.05. De Monk eu sei muita coisa de cabeça.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dos ímpetos pela concisão e conteúdo

O post do Kira já faz um tempinho, e já que surgiram duas pautas hoje, então, abordemos um pouco das duas, dotados de um título pseudo-intelectual de livro de pensador iluminista. Aliás, o título diz que eu voltei à ideologia de postar mais vezes textos menores sobre assuntos menores. Sei que quantidade não é qualidade, mas tudo bem, eu garanto a qualidade.1

Pauta um: hoje rolou na Barra o Animekai, evento de animê bancado pela loja homônima. Conseqüência2 curiosa é que isso torna a seção de estandes muito escassa, quiçá monopolizada pela mesma. No lado bom — que prevalece — o Animekai foi basicamente o RAC, só que fácil de eu chegar, com uma temperatura aceitável e DE GRAÇA. Será que o público comprou coisas suficientes pra o evento ter sido lucrativo? I mean, podia custar um pouquinho pra entrar, umas 5 pilas só. Mas o shopping não pertence à loja, o que os força a pôr entrada franca, eu creio. Hmmm, complexo.

Pauta dois: Legendários estreou sábado! E eu fui esperto o bastante pra não ver! :D O útil lema "Não vi e não gostei" ganha força. Pude acompanhar pelo Twitter a repercussão do piloto: foi um mico. Ninguém que viu, a quem eu tenho acesso3, gostou. Depois o Carlos Cardoso viu online e deu uns palpites. Destaco o final e mais emblemático:


  1. MODESTO. PRA. CENSURADO.
  2. Com trema. Desisti do acordo ortográfico. Daqui pra frente é um peso, uma medida.
  3. Não são só as pessoas que eu sigo, pois há os retweets.

quarta-feira, 3 de março de 2010

YO SOY KIRA!

Que frase impactante! Que força! E isso é só a frase, hein! Botei a mexicana no título porque a considero a de entonação mais impressionante.

Mas o foco não são as frases, e sim as risadas. Você que já é fã de Death Note, você que ainda não é1, confira comigo doze interpretações diferentes da macabra confissão de Light Yagami. E não se preocupem, que Light é Kira a gente fica sabendo desde o início. Não é spoiler.

Se você está por fora do círculo otaku e não sabe do que se trata, também tá valendo; pode ser até melhor, porque o julgamento das risadas fica mais imparcial. Aliás, imparcialidade é o que falta lá. Quanto weeaboo achando a versão japonesa o máximo só porque é a original, meu Deus… Francamente, ela foi regular. Eu diria que a espanhola, a brasileira2, 3, a italiana e a coreana é que realmente acertaram.


imagem: edição de http://viddeo.net/video_img/C65oaIHsdYM/0.jpg

  1. Isso mesmo, ou você é, ou será fã de DN. Não é a primeira vez que falo isso.
  2. Boa, José Leonardo!
  3. Chama-se coincidência, não patriotada. Além do mais, não é minha opinião, é um fato que a dublagem brasileira é uma das melhores (ou a melhor?) do mundo. Hmmm, então não se chama coincidência também, chama-se fato.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mais um pouco da sem-noçãozice do AdSense

Alguém percebeu que o subtítulo mudou? E é um novinho, hein! O rodízio de frases ficou mais farto. Obrigado ao Jônathas por falar o tempo todo que as pessoas discriminam [insira objeto aleatório] só porque é preto. Seu bordão ficou famoso, rapá.

Faz taaaaanto teeeeempo que eu não falo dos anúncios malucos… É que é difícil coletá-los, pois o Google costuma não dar mole. Os dois a seguir são tão velhos que eu não lembro de quando são.



Livros zen e feitiços do amor. Pra você que quer levitar e encontrar a pessoa amada em 3 dias.

Finalmente, eis o melhor e (disparado) mais recente. Um dia desses eu achei isto, e foi o que me fez relembrar o tema do AdSense doidão e redigir este post:


Eu já sabia que o Opinião e Notícia era meio lelé, mas esse foguete provou de uma vez por todas que esses teóricos da conspiração são completos lunáticos. Nosso colaborador involuntário Iam nos disse1 que o Cristo Foguete foi capa de uma Time sobre o crescimento econômico do Brasil. Entretanto, eu não achei provas disso no Google Images, assim, fica a cargo de vocês provar que o Redentor não é tão absurdo assim. Ou criem e assinem uma petição que o obrigue o Iam a fazê-lo2.


  1. Quem mais é chegado em auto-pluralização pra parecer pessoa jurídica?
  2. Porque petição on-line funciona sempre, é ou não é? =D

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Cinco cordas, dez dedos, seis garras

Conforme prometido, eis o "post com assunto" que viria em breve. Eu estava passeando contente no Twitter, e lá o @mitsudiz me levou a passear contente no YouTube e ver um pout-pourri de marchinhas de carnaval em inglês. Percebi notável semelhança do cantor, Leandrade, com o astro hollywoodiano mutante1, e comentei:
Como se não bastasse ser um excelente ator, Hugh Jackman se revela aqui um exímio cantor.
OK, eu gostei. Mas e daí? E daí que ele me respondeu pessoalmente (não foi nos comentários), agradecendo pelo elogio. Lamento que ele tenha se concentrado mais no "exímio cantor" do que no "Hugh Jackman", mas oh, bem, nem todos têm a energia cômica do Sr. L… *bafo nas unhas, unhas na camisa*

O fato de o Wolverine guitarrista ter respondido tão rapidamente me persuadiu a fazer este textículo2 para divulgá-lo. Resta apenas acrescentar que Leandrade também se aventurou a anglicizar o hino do Flamengo. Enjoy.

  1. O carcaju ganhará outro filme, BTW.
  2. Luís XIV me ligou pedindo essa trocadilho de volta. Melhor obedecer, ele é o Estado afinal.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Não desperdicemos a tecnologia

Desculpar-se pela ausência é super fracassado e clichê. Eu faço isto aqui por diversão e não pretendo me tornar problogger.1, 2 Enquanto eu não receber por isto, me dou o direito de sumir. Eu posto quando assunto e vontade convergem. E acreditem, assunto teve um monte nesses meses. Porém, eu estava concentrado nos outros escritos, os que demoram bem mais pra fazer.

Este post é apenas o aviso da minha tentativa de facilitar a vida de todo mundo. Eu não quero ter que avisar dos posts manualmente e vocês não querem vir aqui só pra verificar se algo novo foi publicado.

Então usem os feeds, caramba! Ou — isso sim tem uma chance considerável de ser feito — recebam por e-mail. Os leitores cativos (menos quem eu sei que tem feed ou me segue no Google Friend Connect) já estão com seus e-mails na lista para receber atualizações. Não haverá flood porque, caso não tenha ficado claro até hoje, a frequência de postagem é baixinha.

Qualquer coisa, por exemplo mudança do e-mail na lista, é só comentar aqui.

E não temam, muito em breve, solto uma pauta de verdade no about:black. Há muitos rascunhos. ;D

  1. Não #BlogoPorDinheiro, hahaha. Galera fora do Twitter, pule esta observação.
  2. O que não quer dizer que eu não queira escrever profissionalmente. Clube de Autores, tamo junto.

domingo, 22 de novembro de 2009

Me dê (outro) motivo… pra ir embora… pro RPG…

Não são só roupas dignas de microscópio eletrônico que agradam a nerds babões. Outro motivo super válido para jogar um MMO é essa AMIZADE FORTE entre as meninas.


OK, então.

P. S.: vai ser particularmente engraçado se eu receber acusações de homofobia nos comentários. Fica a sugestão para os anônimos.

sábado, 14 de novembro de 2009

Yudi decorou a fórmula

Simpatizo grandemente com o nobre hábito de pensar, contudo, tenho que reconhecer que algumas coisas saem na base do algoritmozinho mecânico mesmo. Uma coisa bem Bhaskara way of life (ax² + bx + c = 0 ↔ x = [– b ± √(b² – 4ac)]/2a1, cês devem lembrar).

Hoje apresento um desses algoritmos, um muito usado por empresários gananciosos. Ouçam com atenção o professor Jon Lajoie esclarecer como se faz música comercial2 da mais enjoativa e pasteurizada.

Mas isso foi só a teoria. Nossa aula prática será ministrada por um outro professor, um jovem talento (NOT) do ramo: Yudi Tamashiro, com a pérola Dominar Você. Atenção: pode conter vergonha alheia acima do nível recomendado pelo Ministério da Saúde.3 O about:black aconselha que a vít- espectador tenha um saco de vômito à mão.

Assim como no post anterior, afirmo que seria ótimo uma invasão de fãs da tosqueira nos comentários. Uma horda hilariante de "adolescentes impressionáveis e inseguras" tentando convencer a nós, que ostentamos QI positivo, de que Yudi mandou bem bagarai no vídeo.

Finalmente, em sinal de piedade com quem resistiu ao Backstreet Boy doador de Playstations, aqui está uma entrevista com Inara George — uma música de verdade —, a moça do The Bird and the Bee, que abriu a Sr. L Escuta.


  1. Eu sempre quis uma desculpa pra pôr uma sentença matemática no about:black. Já posso morrer em paz.
  2. Quem preferir sem legenda — e com a letra escrita na descrição — acesse esta versão.
  3. Eu digo "pode conter" e não "contém" porque não tive preparação psicológica para ver integralmente a obra.

domingo, 8 de novembro de 2009

Comida árabe pode ser impossível de engolir

O Kibeloco1, que opto por chamar carinhosamente de Kibabaca, é um dos sites de pseudo-humor mais populares do país. Acusá-lo de plágio tornou-se um clichê ao longo dos anos, mas a verdade nunca sai de moda, e por isso, peço que se deleitem com estes dois exemplos fornecidos pelo não-pseudo-humorista Ronald Rios.

Estes dois casos são apenas a ponta da ponta do iceberg. Centenas de outras kibadas — pois é, virou neologismo até, eu não inventei agora — podem ser encontradas fuçando a Internet brasileira.

Com essa motivação, me pergunto (pergunto a vocês, na verdade) por que não bolam um site reunindo todos os plágios cometidos pelo maligno Darth Tabet. Eu imagino que já exista e eu nunca tenha ficado a par, porque, meu Deus, é um problema antigo demais, embora ainda atual.

Se não existe, olha aí o Tumblr2. Parece a interface perfeita pra sair tacando o máximo de imagens que denunciem as cópias do Kibe.

Para encerrar, vamos poupar o esforço de possíveis trollzinhos kibabacas, deixando aqui o depoimento que dariam nos comentários. Eu sou muito do bem, eu ajudo até anônimos mal-educados que provavelmente nem virão a existir.
heuaheauheau ai kra c eh soh + 1 cum inveginha pq nunca vai se taum ingarssado kuanto kibeloco se mata pra mim num te + q ve ese teu bloginhu de m**da fuixxxx
Hmmm, ficou meio miguxo… Então não sei estereotipar corretamente um fã do Kibeloco, que lástima.


  1. É CLARO que eu não vou dar link. Incitação ao suicídio é crime.
  2. É mais interessante dar um exemplo do que a home. O PagoDados é bem engraçadinho. =D

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Um centavo pelo pensamento dele

Há um ano e dois meses, precisei arredondar pra baixo e paguei 7, não 2, não 3, mas sete centavos a menos que o exigido, o que configurou um golpe vil e nefando (porém acidental, juro) contra o supermercado.

Um papo recente com o camarada Iam me deu uma luz sobre a possível causa desse causo1,2.


Fica a dica de teoria da conspiração. ;D

P. S. 1: esse ponto de exclamação, além de roxo, brilha como um neon. Ainda assim, eu gosto de mulher, acreditem.

P. S. 2: atualizei a descrição das categorias. Está lá no topo, logo abaixo do retângulo, no link que diz "manual de instruções".

  1. Venha você também para o Mundo Mágico das Aliterações!
  2. A imagem foi beeeeeem editada, ficaram só as frases importantes. Nós somos prolixos, mas eu, com o poder a mim investido pela borracha do Paint, sintetizei a coisa.

domingo, 25 de outubro de 2009

Um quarteto fantástico

Ai, que felicidade em fazer um post mais elaboradinho novamente. (Após enrolar meses pra concluí-lo.)

O post comparando as cenas semelhantes protagonizadas por Philip J. Fry e o esquilo Hammy ativou lembranças que me compeliram a me aprofundar no tópico de longas de animação. Sendo assim, vamos acompanhar mais uma listinha do about:black: os quatro melhores longas de animação que já vi, em ordem crescente.


4º lugar
Os Sem Floresta (Over the Hedge1)


Na procura por imagem para este, achei um pôster com a crítica "Laugh out loud funny". É uma excelente descrição. Eu ri MUITO alto na cena do carrinho-foguete. Talvez fosse uma churrasqueira, não lembro direito. Vi há muito tempo, quando estreou na TV a cabo2.

3º lugar
Bee Movie3


Jerry Seinfeld é f*da o suficiente pra funcionar na tela grande também. E animado. E em forma de abelha. O talento de Jerry, aliado à trama que foge do óbvio, rende a esse filme, que certamente não é B, a medalha de bronze4. Só não lido bem com o fato de as abelhas terem ROSTOS HUMANOS.

2º lugar
O Espanta-Tubarões (Shark Tale)


Já vale só pela sacada sensacional (que eu não saquei, eu li depois) de usar um tubarão temeroso de revelar sua opção vegetariana como metáfora para os gays com medo de sair do armário. Sem falar no elenco estelar, e por estelar eu quero dizer Jack Black, Will Smith, Angelina Jolie, Robert De Niro e Martin Scorsese.

1º lugar
A Nova Onda do Imperador (The Emperor's New Groove)



Eu geralmente recuso animações dubladas. Tirando Madagascar, essa foi a única animação que não me arrependi de ter visto dublada — ninguém merece a dublagem de Robôs, por exemplo. Além disso, o campeão da lista mostra que não tem que ser 3D pra me agradar. Francamente eu não dou a mínima pra dimensão do filme. Se houvesse um filme 3D com dublagem perfeita (obrigado, Guilherme Briggs, Selton Mello e Marieta Severo) e que me fizesse rir desesperadamente a cada dez minutos, aí talvez tivéssemos um top 4 só com desenhos tridimensionais.

P. S. 1: preciso fazer menção honrosa a Por Água Abaixo (Flushed Away). Teria sido o 5º lugar.

P. S. 2: como sobremesa, ainda na cinematografia, quem está sentindo falta de live-action pode ver esta lista de atores da tela grande que se deram bem na pequena.

imagens:
http://www.traileraddict.com/poster/over-the-hedge
http://www.movieposter.com/poster/MPW-39882/Bee_Movie.html
http://www.killermovies.com/gallery/sharkslayer/0_poster.html
http://www.movieposter.com/poster/MPW-37690/Emperor_s_New_Groove.html
http://www.imdb.com/media/rm304520960/tt0120917


  1. Percebam o trocadilho no título original.
  2. Superestreia, Telecine Premium. ;D
  3. Defeco e me locomovo para subtítulos nacionais. "A História de uma Abelha" é o cacete.
  4. Sim, o sr. L se amarra no Top Top MTV e roubou o conceito de medalha de lá.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Demonstrando meu apreço pelos infantes

Tô guardando esta desgraça desde que achei, faz quase um ano. Mas sacumé (TM Maurício de Sousa), quando você acha uma coisa temática poucas semanas depois, tem que esperar até o ano seguinte pra ela voltar a ser temática.

Eu fui paciente, o tempo passou, e finalmente é chegado o momento apropriado de divulgar este vídeo LINDINHO (em inglês) e super adequado ao Dia das Crianças! Um dia atrasado porque tô CUNSPOBREMA de conexão. Enjoy.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Seguidores: poucos e bons

Tava demorando até o mundo mágico do Twitter me fazer postar aqui.

Não tô nem há dois meses cadastrado, e já bloqueei dezenas de usuários que me seguiam. O interessante é que nem todos eram bots. Vejam bem, a categoria de gente bloqueável é mais abrangente que isso: são todos que seguem e não lêem.

Sim, meu caro, porque se você segue mais de 300 pessoas, não me conhece e inventa de me seguir, é certo que não vai ler o que eu twittar, então, não seja hipócrita de me seguir só pra ganhar um pouquinhozinho mais de visibilidade, aparecendo na minha lista de meus seguidos, e/ou pra eu segui-lo de volta.

O loser em discussão segue quase mil pessoas. O_o

Mas esperem, tem mais!1 Como se não bastasse basta ser um completo estranho interessado em ser pseudo-popular, ele tem apenas UM tweet. Como se não bastasse ter twittado apenas uma vez, o tweet foi dirigido à LUCIANA GIMENEZ. Como se não bastasse ter escolhido justo um dos maiores rompimento com o estereótipo de loira burra da televisão brasileira pra se comunicar, o idioma usado foi o dialeto que aqui chamarei de OTAKUXÊS. Senhores, contemplem!2


E foi por tudo isso que esse cidadão tosco mereceu um post. Encerro minha defesa.


imagem: aaaah, valeu que eu vou dar essa moral pra ameba! Fonte anônima desta vez

  1. Infomercial feelings, eu sei. Foi de propósito.
  2. Yup, referência ao Dr. Esquisito (Asilo da Ilha Belle). Mais uma vez, foi de propósito. =)

domingo, 27 de setembro de 2009

De como morrer como dignidade

Quem estiver sentindo que tenho postado pouco está convidado a visitar o meu deviantArt, cuja gadget está nada sutilmente inserida aí do lado. Ao contrário do Nigel Goodman, eu não publico posts normais e contos no mesmo site. A faceta literária do sr. L está lá e no Fiction Press1 (gadget logo abaixo).

Na última terça-feira — e muito provavelmente em algum momento do domingo também —, o Cartoon Network encerrou o sensacional A Mansão Foster para Amigos Imaginários. Tenho duas notícias para dar a respeito, uma boa e uma ótima. A boa é que não acaba assim2:


A ótima é o próprio episódio, entitulado Adeus ao Blu, cuja reviravolta deliciosa deixou a trama leve, e aí não deu pra sentir tanto o tom saudoso de último episódio da coisa. Com essa obra-prima — e ainda As Meninas Superpoderosas —, atesto o gênio que é Craig McCracken.

Falando nelas, é melhor que o título faça sentido logo, não é? As Meninas, assim como Dexter, A Vaca e o Frango e Johnny Bravo, não tiveram algo que se pudesse definir formalmente como último episódio.

Então, desta vez, parabéns, Cartoon Network, por não fazer mais que sua obrigação: terminar direito um programa seu. Espero que Ben 10, Johnny Test e outros também não sejam interrompidos, como lamentavelmente parece ser o seu padrão — e da Nick também.


imagem3: http://talkingincircles.net/2008/09/07/final-episode-of-fosters-home-for-imaginary-friends/

  1. No dA só comenta as obras quem tem conta; já no Fiction Press, qualquer um pode dar pitaco (até anonimamente, se me lembro bem).
  2. PUTZ, não fica maior que isso, cês vão ter que ampliar. Não é original isso aí; é inspirado no episódio final de St. Elsewhere. Sim, alguém teve coragem de bolar um series finale tão anti-climático assim. Era tudo imaginação do moleque. Pegadinha do Mallandro!
  3. Agradecimentos ao Iam por achar a imagem. Eu sabia que ela existia, mas googlei e não a achei.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Quem sabe com barraco, política fica interessante

Um tempinho sem postar… Energia e assunto são sempre problemas.

Porém, anteontem mesmo apareceu uma trilogia de vídeos da manifestação dos professores públicos na ALERJ contra o Nova Escola. Detalhes nas descrições dos vídeos do advogado e filiado ao DEM Ricardo Gama.

O 1º vídeo mostra o nível da baderna que o Batalhão de Choque causou (não combateu, causou). Precisou até de ambulância. No Corredor da Cobrança do 2º vídeo, Ricardo interpela os deputados1 e os manifestantes provam que a indignação gera grande criatividade musical. A 3ª parte contém dois discursos que afirmam que Sérgio Cabral não cumpriu o que prometeu para a educação.

Se a carreira de advogado afundar, Ricardo Gama se garante como apresentador. XD

As críticas vão muito além desses três vídeos. Vi coisas no canal do Youtube do advogado que serão maravilhosas como material anti-Cabral e anti-Paes para as próximas eleições, por exemplo o choque de ordem e as vaias de Nova Iguaçu.

  1. Ele qualifica Jair Bolsonaro como gente boa. Ninguém é perfeito.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O ataque da Homófoba Mascarada

1

Chupa, DC! Às vezes as tramas do mundo real são muito mais bizarras do que seus universos paralelos e personagens que nunca morrem de verdade.

Ela é uma psicóloga censurada pelo Conselho Federal de Psicologia. Ela considera que a homossexualidade possa ser um transtorno psicológico. Ela vê semelhanças entre a militância homossexual e o nazismo. A revista Veja traz até vocês uma entrevista tragicômica com Rozângela Alves Justino.

O melhor que eu posso fazer em tempo hábil é separar alguns trechos que justifiquem eu qualificar o texto como tragicômico:
A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.
Sem comentários. Esse excerto fala por si.
esse conselho fez aliança com um movimento politicamente organizado que busca a heterodestruição e a desconstrução social através do movimento feminista e do movimento pró-homossexualista, formados por pessoas que trabalham contra as normas e os valores sociais.2
Basicamente a Liga da Injustiça com plumas e paetês. (Segunda menção?! Vai ficar parecendo que eu leio DC.) Olho também na pergunta logo após essa. Ela não foi respondida.
Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais.
Se Elton John soltasse raios pelos olhos, ela não diria essas coisas. Quero acreditar que o Orkut possui uma comunidade "Elton John with lasers".
Quantas pessoas a senhora já ajudou a mudar de orientação sexual? Nunca me preocupei com isso. Psicólogo não está preocupado com números.
Como disse Marcelo Adnet um dia desses no 15 Minutos, esse é o discurso típico de perdedor.
Eu comprei um disco do Chico Buarque. De um lado estavam as músicas normais dele. Do outro, em vez de tocar Carolina, vinha um chamamento. Eram todas canções evangélicas. Falavam da criação de Deus e do chamamento da ovelha perdida. Fui tentar trocar o LP e, na loja, vi que todos os discos estavam certinhos, menos o meu. Fiquei pensando se Deus estava falando comigo.
Cassidy, cuidado para não cuspir na tela. Ele faz isso quando ri demais, senhoras e senhores.
Trabalho num clima de medo, clandestinamente, porque sou muito ameaçada. Aliás, estou fazendo esta entrevista e nem sei se você não está a serviço dos ativistas pró-homossexualimo.
Não confie em ninguém, dona Rozângela. Seja uma espiã. Lute sozinha contra a Ditadura Arco-Íris.
Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo reconhecem o meu amor por eles. Sempre os tratei muito bem. Sempre os cumprimentei. Na verdade, eles me admiram.
Há uma belíssima contradição desse trecho com este abaixo.
O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Escrevi um artigo em que mostro que os dois movimentos têm coisas em comum. Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.
EU EXIJO PALMAS! Hauhauhauahuahau! Tudo bem que esse pedaço foi grande demais, mas não valeu a pena? Pérola que cega de tanto brilhar.

Vale notar que em momento algum é usada a palavra homossexualidade, mas sempre homossexualismo. Pensei que esta tivesse caído em desuso por -ismo ser associado a doenças.

Fui tendencioso? Separei só as partes ruins? Se o leitor é dessa opinião, mais um motivo para acessar o link da entrevista.

  1. O título poderia ser Vilã especialmente convidada: Rozângela Justino, como a Homófoba Mascarada, mas, além de ser muito extenso, poucos pegariam a referência ao locutor do Batman antigão live-action. Ah, e o post anterior tem "Villain" no nome, seria repetitivo.
  2. Não dá pra ignorar alguém que usa o termo heterodestruição, é pérola demais.

sábado, 1 de agosto de 2009

Guitar Villain, um jogo da vida real

Olhem só mais esta contribuição do Iam, já mencionado aqui algumas vezes — da mãe do mesmo, para ser exato — para o a:b.

Foi produzido um vídeo inusitado demais para não passar por este blog: Dave Caroll, músico da dupla de folk Sons of Maxwell, teve seu violão arremessado e quebrado por funcionários da United Airlines.

Após saber que a empresa não o ressarciria, vingou-se de uma das melhores maneiras possíveis: com vocês, United Breaks Guitars, a música que fez as ações da UA caírem 10%.

O que me confunde as ideias é que ele prometeu dar o troco com três canções, não só essa.__o_O__Haja indignação.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sr. L Escuta III: Nanase Aikawa

Todos tão ocupados lamentando a passagem do rei do pop1 Michael Jackson que esquecem que outra famosa faleceu no mesmo dia. Sem mais digressões, eis outro…

Sr. L Escuta na área! Com uma reviravolta: invasão oriental! Nanase é a primeira japonesa a ser recomendada, e não será a última. Recomendar música japonesa é um choque para a maioria dos leitores, então eu não posso sair falando como se fosse conhecimento geral. Por isso, apresentarei Nanase Aikawa como sendo a garota que canta a terceira abertura de Inu-Yasha, Owari nai Yume. Além de Inu-Yasha, a mulher dos cabelos de cor inconstante também já fez a gentileza de abrir Samurai 7 com Unlimited.2 Agora pelo menos quem for mais ou menos otaku terá noção de quem é a roqueira.

É certo que alguém pergunte como se fica fã de uma cantora sem entendê-la. Eu sempre respondo a mesma coisa: até parece que dá pra entender todas as letras do Ocidente. Ainda assim, é possível virar fã das pessoinhas deste lado do mundo. Quem entende completamente as letras de tudo que ouve que atire a primeira pedra. Música é voz, letra, arranjo e melodia; letra não é tudo. (E confiem em mim, japas costumam mandar melhor que brazucas nos arranjos.)

Ainda explorando esse "bairrismo hemisférico", há um ocidental na banda da moça: Marty Friedman, ex-Megadeth, colabora com Nanase na guitarra desde 2003. A formação atual inclui músicos saídos de bandas prestigiadas como X Japan e Luna Sea.

Como deve sempre acontecer, tá aí o que (provavelmente) vocês queriam, o top 73!

1. Koi Gokoro
2. Himawari
3. Shiawase na Jikan
4. Seven Seas
5. Sayonara
6. Shake Me Baby
7. Adieu


A faixa nº 1 da moça é abundante no YouTube: clipe, ao vivo ou versão latina, fica a gosto do freguês. O clipe é marcadamente fora-da-lei e o show tem uma descrição muito informativa da carreira de Nanase.

Creio ter inserido adequadamente o sol nascente na minha série de recomendações. Daqui pra frente vocês não poderão prever de que lado do mundo eu falarei, he, he, não que isso tenha importância. Prometo também que não haverá sobrecarga oriental, afinal, eu venho encontrando talentos no mundo todo.

imagens:
http://www.geocities.com/mschotborg/images/AikawaNanase0002.jpg
http://solarblade.wordpress.com/2009/02/18/omg-1st-artists-blowout-on-a-new-laptop/


  1. Se bem que a Madonna pode ser mais rainha que ele, hein… Não me venham com casal, só pode haver um!
  2. Para mais temas de TV, consulte a Wiki.
  3. Top grande porque eu conheço muuuuitas faixas, bem mais que no caso do TBatB (que é muito recente, começou em outubro de 2006) e da Pitty (que só tem dois álbuns de estúdio [o terceiro, inclusive, ia sair em breve; será que já saiu?]).

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A decadência veio pra todas

Antes de começar, na coluna, logo abaixo do AdSense, eu coloquei um banner (não-AdSense) da campanha do agasalho. É uma maneira que o blogueiro tem de espalhar a boa nova. Então, blogueiro ou não, quem quiser espalhar uma fofoquinha de cunho social, descubra como no grande botão verde.

Eu já entrei em detalhes de como são ótimas as séries Yin Yang Yo e O Show Secreto. Lamentavelmente, não adianta ser ótimo, alguém tem que mostrar. Catar na rede estranhamente só funciona com anime e live-action, então, ficamos à mercê da TV fechada.

E se a série é animada, a TV a cabo é carrasca. O Jetix sabiamente já exibiu ambas estas joias durante a semana às 17 h 30 min. Hoje em dia, entretanto, passa a essa hora a M**DA do Quantum Ray. Não quero viver num país em que Quantum Ray dá mais audiência que Yin Yang Yo.

Porém, não temam! Não totalmente. Ambas ainda existem na grade do Jetix! YYY é às 6 h 30 min e 20 h, apenas no fim de semana. OSS teve beeeem mais sorte, ficando de segunda a sexta, às 5 h 30 min. Isso mesmo, uma só no fim de semana, e a outra só de madrugada.

Parece que toda emissora infanto-juvenil sofre entropia em questão de anos: o Jetix esconde o que tem de bom; a Nick deixou de ser boa há muito tempo, e agora quer ser a Disney1; o CN, até o CN, mais e mais modista; e o Boomerang, o caso mais fácil de entender, se transformou… naquilo lá.

A esperança? A Internet gera concorrência acirrada e as emissoras tomam vergonha na cara, ou não tomam e ficamos nela permanentemente. De qualquer jeito, quem sabe a Internet conserta esse câncer nos canais infanto-juvenis.


  1. O que eu quero dizer com isso? A Nick também vem se metendo a fazer sitcoms infantis que ou são péssimas, ou começam bem mas não acabam na hora certa e aí ficam babacas. Normal D+ e Drake & Josh são exemplos. iCarly é a próxima. Dessas eu só via D&J, mas, tendo irmão telespectador, dá pra saber, confia em mim.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Mudei de novo

Mais um subtítulo inédito pra vocês!

Satisfação garantida ou seu tédio de volta

Pô, esse foi maneiro, fala a verdade. Eu, pelo menos, gostei muito.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fry, Hammy, peçam descafeinado

Todos os três posts de março tiveram seis comentários. 6, 6, 6. Medo.

Esperem, há mesmo um recado (sério) antes do assunto de hoje: a frequência de postagem do a:b se tornou indefinida. Eram dois por semana, depois virou um por semana, aí eu dei um tempo no blog para escrever outras coisas, e agora percebo que é melhor eu soltar quando eu quiser. E nem preciso tomar Activia! Sim, isso pode significar demora, mas há sempre as blogrolls caso os caros leitores queiram ler outra coisa enquanto me esperam atualizar. ;D

Atenção para o spoiler. Esta postagem comenta uma cena do (maravilhoso) filme Os Sem Floresta (Over the Hedge). Eu avisei. Se não viu e pretende ver e não quer saber nada, pule este post.1

Em alguma cena de algum episódio2 de alguma das cinco temporadas de Futurama, obra futurista do mesmo criador dos Simpsons, Matt Groening, há um incêndio enorme e todos se apavoram. Fry vem enchendo a cara de café o episódio todo, e finalmente alcançou 100 xícaras, o que lhe possibilitou bancar temporariamente o Flash e salvar o pessoal em alta velocidade.

Já no clímax de Over the Hedge3, o esquilo hiperativo Hammy é instruído por RJ e Verne a tomar um refrigerantinho cafeinado, que faz o mundo girar mais devagar na percepção dele, permitindo que ele manipule as armadilhas que Gladys mandara Dwayne pôr no quintal, de modo que elas tenham efeito em Vincent, o urso vilão, e não nos três bichinhos herois.

Isso mesmo, duas pessoas salvaram o dia, realizando a mesma proeza sobre-humana (e sobreanimal), ajudados pela mesma droga. Homenagem, pode até ser, mas é parecido demaaaais… Sei lá, a linha que separa a referência do plágio e de náilon e quase invísivel. Mas que fique claro que Hammy veio depois.

imagens:
http://imagecache2.allposters.com/images/pic/HPM/FM290~Fry-Posters.jpg
http://www.myspace.com/joshasagitr


  1. Jamais pensei que diria isso, meu Deus.
  2. Achei: Three Hundred Big Boys, temporada 4, episódio 16. Obrigado, Wiki.
  3. Não lembrava os detalhes de cabeça. Usei esta fonte repleta de spoilers.

domingo, 10 de maio de 2009

Ser underground virou modinha também

Eitcha nois! Quase dois meses de "férias"! Como se tiram as teias de aranha? Comecemos com um brevíssimo comentário off-topic sobre a passagem da tchola mais irreverente do país: NINGUÉM mencionou o comercial proibidão da Suvinil e a ownagem de Paulo Maluf, as duas maiores contribuições dele para nosso país.

Voltando ao post — que já estava pronto há bastante tempo —, hoje trago um assunto associado ao rock, como na última vez, com a Pitty. Mas não tem nada a ver com ela; hoje quero desabafar sobre o bate-boca sobre a disseminação do j-rock neste país (bem inútil, por sinal, pois ela é inevitável). Perdoem se o tópico for "especializado" demais, mas alguém tem que falar isso.

Por que eu só me lembrei agora, se isso é polêmica entre os fãs brasileiros de cultura pop japonesa há anos? Por causa da MTV, senhores. Na sexta-feira 13 (de março), descobri uma coisa que deixou muita gente apavorada, mas não a mim: a Emetevê tem um blog sobre j-rock1 desde 12 de fevereiro.

É isso aí, música japa na MTV brasileira! Pelo menos no site. E dá-lhe fã chato entupindo os comentários do post de estreia. O argumento dessa gentalha, gentalha, gentalha, é o seguinte: eles alegam que, caso a MTV incorpore o j-rock, o mesmo se tornará "modinha", i. e., se banalizará, e gerará milhões de fãs falsos, os posers. Ou seja, mesmo a maioria de quem curte o negócio é contra a sua divulgação via MTV. Curiosamente, não foi sugerida nenhuma outra forma de divulgação… É quase como se quisessem que permanecesse underground para sempre. Achei brilhante — tanto que transformei no título — alguém comentando que a modinha não é só o j-rock, num futuro próximo, mas também, no presente, ter um orgulho imbecil de conhecer o que ninguém mais conhece e "proteger" o seu objeto de adoração do público em geral. Eis a corrosiva síndrome de underground.

Considero a síndrome muito egoísta, pois priva potenciais fãs de conhecerem a arte. Eu sou um romântico. Acho que vale a pena gerar 500 posers se forem gerados 5 fãs de verdade no processo. O que importa é apenas a quantidade de fãs verdadeiros que surgem com a divulgação em massa. Temer ser chamado de poser é simplesmente INSEGURANÇA. Ou você é modista, ou você não é, e se você não for, amigão, você não liga pra opinião pública.

Voltando aos comentários do post, uma minoria também apreciadora do gênero apoia a MTV sabendo que vai virar modinha, mas movida pelo bom senso econômico: mais divulgação de uma forma de arte barateia tudo relacionado a ela, por isso, o modismo é um pequeno preço a se pagar pela muito maior acessibildade dos verdadeiros fãs ao j-rock a camisetas, CD's, DVD's, e o mais importants, shows. Que eu saiba, já rolaram Charlotte, e depois Miyavi, e isso é só o começo… =D

Há também uma turma, maior que a minoria de cima, encalhada no discurso de ódio de que "visual kei é coisa de gay"; tal estereótipo homofóbico pode ser ignorado solenemente, não merecendo mais de quatro linhas, hehe.

Uau, que testamento! E pensar que, de j-rock, eu só ouço o mais levinho, basicamente o L'Arc en Ciel2, o Gackt e o The Yellow Monkey. Não sou chegado nos pesadões como o Gazette, o Miyavi, o Malice Mizer (que nem existe mais) e o Moi dix Mois.

  1. Porém não j-music, o que já demonstra algum preconceito.
  2. Estou cansado de chamarem o L'Arc de pop. Nada contra, j-pop é bacana — eu amo o Do As Infinity — mas o L'Arc não o é.

sábado, 14 de março de 2009

Sr. L Escuta II: Pitty

Ela chegou simples como um temporal, em 2003. Eu a descobri muito depois, e possuo ambos os álbuns de estúdio1 da moça. Hoje é dia de falar bem da nossa2 querida baiana tatuada, Priscilla Novaes Leone — e de Martin, Duda e Joe, afinal, Pitty é o nome do grupo.

A impressão que tenho com esses dois álbuns é de que, apesar das melodias não tão impressionantes (é claro que há exceções, afinal ela está nesta série, oras) e arranjos comuns, Pitty convence pelas letras, até mesmo quando esbarra naquele discurso meio chavão de "somos marionetes do sistema" ou coisa assim, como acontece em Brinquedo Torto e Admirável Chip Novo. Jamais empaca nas letras de corno ou outra melosidade do tipo. Equalize, por exemplo, é leve e romantiquinha, mas sem enjoar.

Como deve sempre acontecer, eis o ranking das melhores músicas que conheço. Nele figuram as exceções que mencionei no parágrafo anterior, exemplos de melodias que são, sim, impressionantes.
  1. Memórias
  2. De Você
  3. Equalize
  4. Admirável Chip Novo


Não esqueci a parte do Last.fm! Tá aí, meu amado povo. Amostrinhas de 30 segundos de algumas faixas. Esta foto P&B é de lá inclusive.

Engraçado, os álbuns que tenho totalizam 24 canções, porém, no portal do Terra, excluídas as repetições, há 142 músicas! Um monte de cover, eu diria… Eu devia dar uma espiada nessas outras faixas depois.


imagens:
http://letras.terra.com.br/pitty/fotos/foto_18077.html
http://www.lastfm.com.br/music/Pitty/+images/11451105


  1. Regra importante para ser lembrada ao longo de toda a Sr. L Escuta: eu dispenso discos de show, então, nem me pergunte sobre o (Des)concerto ao Vivo.
  2. Sim, nossa, porque blogs não são democracias, são ditaduras comandadas pelos editores; eu e Cassidy dizemos do que vocês devem gostar.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Esqueça se ela não se toca…

Eeeee-yuck. Tá aí um trio que me causa náusea. O som dos Tribalistas me enjoa, e olha que eles separados são bem menos ruins, principalmente o Arnaldo.

Porém, a FAIL de verdade fica por conta de Marisa e sua equipe de Internet, ao lançar este vídeo deliciosamente constrangedor, cuja inserção em sites pornográficos eu apoio1 imensamente. Não esqueçam isso; o título é só uma referência marota.

Não, não cairei no clichê de pseudoalardear que Marisa Monte lê meu blog (muitos o fizeram). Prefiro simplesmente divulgar a pérola. Aliás, mais do que uma pérola, como Carlos Cardoso previu2, e eu concordo, isso pode ser o viral fail do ano. Por outro lado, pode ser também uma nefasta e brilhante estratégia de psicologia reversa.


  1. Meu primeiro post obediente à reforma; diferença quase nenhuma, repararam? Apenas essa palavra sofreu alteração. Então, parem com o drama e a revolta, as diferenças são pequenas, e temos até 1º de janeiro de 2013 para absorvê-las.
  2. Nesse link, cliquem no link do texto do aniversário do filho da Marisa, ao final do post, é sensacional.